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Maria João Carmo, cantora

Nascida em Lisboa e desde 2001 radicada na Holanda. Diplomou-se em piano no Instituto Gregoriano de Lisboa, obteve o bacharelato e a licenciatura em canto lírico na Escola Superior de Música de Lisboa.
Na Holanda concluíu a pós-graduação em canto, variante executante, no Sweelinck Conservatorium em Amsterdāo. 

 

Empresário

Maria João é associada à Impresariaat Tineke Ouwendijk (link)

Repertório

O seu repertório é vasto, fazendo parte dele obras como Porgy and Bess (Gershwin), Così fan tutte (Mozart), cantatas de Bach, Paixão segundo S. João de Bach, cantatas de Telemann, Haendel (Dixit Dominus, Samson, etc.), Fauré (Requiem), Duruflé (Requiem), Brahms (Requiem Alemāo), Saint-Saëns (Oratório de Natal) ), Haydn (Die Schöpfung), Rossini (Petite Messe Solennelle), Schubert (variadas missas, Mirjams Siegesgesang), John Rutter (Magnificat), Jenkins (Missa L’ Homme armé) entre muitas outras obras.
Maria João fez em 2005 a estreia Holandesa em Amesterdāo da obra ‘Requiem for my friend’ do compositor Polaco Zbigniew Preisner tendo sido dirigida por Joyce Hoohenkerk.
Em 2004 em Munique fez a estreia mundial da obra ‘Quaresma’, uma obra para 8 vozes femininas solistas do compositor Alemão Klaus Schedl.

Concertos

Maria João tem cooperado como cantora solista com maestros como Paulo Lourenço, Klaas Stok, Dirkjan Horringa, Johan Rooze, Martien van Woerkum, Arno Vree, José Doodkorte, Hans de Wilde, Joke Brandsma, Wolfgang Lange, Marc Buijs, Christel Gelderman, Wilbert Staal e Peter-Paul van Beekum.
Maria João trabalhou musicalmente com variados pianistas tais como Luís Raimundo, Francisco Sassetti, Ilda Ortin, Maarten Hellenius, Heleen Vegter, Rik Helmes, Marc Buijs e Hans-Erik Dijkstra.
Em recital especializou-se no ciclo de Schumann, “Frauenliebe und Leben”, obra escolhida para a sua tese de licenciatura, que executou mais tarde com o pianista Rudolf Jansen, numa masterclass em Arnhem, (Luxor) e Nijmegen (Kleine zaal, Concertgebouw De Vereeniging).
Com o cantor John Woudt, seu marido, também ele solista (baixo) apresenta-se em recitais e em concerto de oratória. Ambos participaram em concertos com coros tais como Ensemble Vocal Pierre Villette, Liemers Cantorij, Ad Fluvium.
É ainda elemento dos grupos de música de câmera Atalante Ensemble, Trio Surquin, Trio Carmo, Lidia Francis and friends. Com estes “ensembles” apresenta-se regularmente.
E com o organista Wim Roelfsema, executa actualmente um programa para orgão romântico com obras do compositor Holandes Hendrik Andriessen dentro das quais se destacam “La vierge a midi” e a intensa obra “Miroir de peine”, tendo estreado este programa a 18 de outubro de 2019, na sala de concertos internacionais Orgel Park, em Amesterdão. 

Estudos

Estudou ao longo do seu percurso artístico com os professores Helena Pina Manique, Luis Madureira, Francisco Sassetti, Fernado Fontes, Nicholas MacNair, Paulo Matos, Nuno Vieira d'Almeida, Olga Prats, Paula de Wit, Eildert Beeftink, Philip Curtis, Alexander Olivier, Jan Slothouwer, Thérèse de Goede, Claron McFaddon.
Frequentou ainda masterclasses, tanto a nível privado como no âmbito dos currículos dos conservatórios onde se formou, tendo trabalhado com Udo Reinemann, Maarten Koningsberger,, Marc Wildman, Carolyn Watkinson, Jard van Nes, Max van Egmond, Marius van Altena, Jill Feldman, Konrad Richter, Roger Vignoles, Sarah Walker, Noëlle Barker, Roberta Alexander, Rudolf Jansen, Elisabeth Opitz e Ana Leonor Pereira.
O Coro Gulbenkian constituíu um factor importante na vida artística de Maria João estimulando o seu amadurecimento vocal. Como elemento efectivo de 1996 a 2001, Maria João integrou variadas tournés com este coro por países como Brasil, Argentina, Uruguai, Japão, Macau, Holanda, Reino-Unido, França, Itália, Espanha, Alemanha, e Hungria, tendo sido dirigida por Michel Corboz, Fernando Eldoro, Jorge Matta, Frans Brüggen, Muhai Tang, Claudio Scimone, Claudio Abado e Richard Hickox.
Como coralista também fez parte do Coro Syntagma Musicum, dirigida pelos maestros, Jorge Alves e Vasco Pearce de Azevedo, foi ainda reforço no Coro Nacional de S. Carlos, e, convidada pelo maestro Daniel Reuss, pertenceu ao Coro Cappella Amsterdam.